CLIMA ORGANIZACIONAL NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE: UMA PESQUISA NA CIDADE DE BRAGANÇA, PARÁ, BRASIL

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Gestão de RH

Temas Correlatos: Administração Pública;

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AUTORIA

Natali Regina Farias Da Costa , Gabriela Oliveira Gonçalves , Carlos Andre Correa De Mattos

ABSTRACT
O objetivo deste estudo é analisar o clima organizacional em Unidades Básicas de Saúde (UBS) na cidade de Bragança, no estado do Pará, Brasil. Para tanto foi realizada um survey, exploratória e descritiva com 113 respondentes em cinco UBSs do município. Foram analisados 41 indicadores distribuídos em nove dimensões: Apoio Logístico; Colaboração; Participação; Comunicação; Equidade; Satisfação no Trabalho; Valorização do Servidor; Compensação e Imagem Organizacional. Os dados foram tratados quantitativamente na forma de distribuição de frequências, cálculo de porcentagens, análise de correlações de Pearson e coeficiente alpha de Cronbach.  Os resultados evidenciaram bom clima organizacional, tendo a Imagem das Organizações, Colaboração e Apoio Logístico como aspectos que mais contribuem para melhorar o clima organizacional e a Compensação, expressa na forma de salários e benefícios, a que menos contribui. Nesse sentido, sugerem-se ações de monitoramento para manter a avaliação positiva do clima organizacional e aprimorar formas de remuneração e benefícios.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Magaly Brito Costa 08-11-2023 17:29:28

Meus parabéns aos autores do trabalho, sabemos que um bom clima organizacional influencia na satisfação dos colaboradores, onde colaboradores felizes significa colaboradores motivados, comprometidos e produtivos. E quando se trata de saúde publica, sabemos que é um assunto bem complexo, porém fico feliz em saber que existem profissionais satisfeitos e comprometidos com a missão de cuidar das pessoas. Parabéns!!!

Foto do Usuário álaze Gabriel Do Breviário 01-12-2023 19:23:52

Costa, Gonçalves e Mattos (2023), gostei do trabalho de vocês. Foi bem redigido e conduzido. A temática clima organizacional é antiga, e hoje está mais focada a reestruturações organizacionais complexas, tais como as Fusões&Aquisições. Mas ainda são produzidas pesquisa sobre clima organizacional em situações, ou organizações, de baixa ou média complexidade. Quanto ao referencial teórico confere com a literatura científica da temática e com a realidade observada no mercado. Do contrário, mesmo que uma quantidade enorme de pesquisadore dissertasse defendendo as bases teóricas, empíricas e metodológicas da temática, ou refutando-as, mas na realidade observássemos outros fatos, certamente os fatos coditidianos observados 'falariam muito mais alto', por assim dizer; pois as práticas, as vivências, as convivências, as experiências, têm - e devem ter mesmo - muito mais peso para o conhecimento científico do que apenas a literatura científica pré-existente, mesmo sabendo que ela não é só teórica, ela é também muito empirica - foram muitos anos de testes, confirmações/refutamentos, retestes, reconfirmações/refutamentos, simulações teóricas e práticas, muitos modelos práticas testados e validados, com todo o rigor metodológico, para se chegar aos entendimentos científicos refinados que temos; mesmo assim, se na realidade observados fatos cotidianos que divergem dos achados da literatura científica de alguma temática, daí temos os denominados casos outliers, ou lacunas, que merecem/precisam ser investigados. Foi de fatos cotidianos dessa natureza que surgiu a necessidade de eu elaborar uma Teoria da Predestinação, que refinei até o momento com todos os conhecimentos e experiências bíblicos e científicos que possuo; e vou continuar refinando. Mas chamo à atenção aqui apontamentos relevantes sobre a questão metodológica do trabalho de vocês. Para caracterizar a pesquisa, vocês disseram: ''O método empregado nesse estudo, segundo Sampiere, Collado e Lucio (2013), caracterizou um estudo exploratório, descritivo e correlacional, realizado na forma de pesquisa de campo, com abordagem transversal e utilização de questionário de pesquisa autoadministrado. A técnica de amostragem foi não probabilística e o tratamento de dados foi quantitativo.'' Contudo, após ler toda o trabalho de vocês, percebi que a pesquisa de vocês teve tratamento de dados quantitativo, tal como afirmado, porque a análise correlacional, assim como outros tipos de análises estatísticas (Sensibilidade, Fatorial, Regressão, etc.) elas permitem não apenas cacaterizar uma população, mas também correlacionar as suas variáveis, compreender suas causas, projetar seus comportamentos futuros, etc., produzindo inferências; por isso, essas últimas técnicas estatística encontram-se no campo da Estatística Inferencial. Um trabalho que utiliza a Análise de Correlação e também a considera pesquisa quantitativa é o de Oliveira et al (2022), publicado na Revista de Engenharia e Tecnologia. Fonte: file:///C:/Users/Alaze/Downloads/salete,+17+AN%C3%81LISE+DESCRITIVA+E+DE+CORRELA%C3%87%C3%83O+DOS+INDICADORES+DE+DESEMPENHO+CUSTO,+PRAZO+E+RITMO.pdf. Vocês apresentaram os procedimentos da análise correlacional, tabularam bem os dados e os apresentaram adequadamente por meio de gráficos. Portanto, vocês podem classificar a pesquisa de vocês, quanto a sua abordagem, de mista, quali-quanti. As referências são atualizadas, com percentual razoável de literatura científica internacional e atual, além de fontes governamentais oficiais. Parabéns pelo trabalho!!!

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