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Convibra Conference - FATORES ENVOLVIDOS NA CONTAMINAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 EM BELO HORIZONTE, MG.
FATORES ENVOLVIDOS NA CONTAMINAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 EM BELO HORIZONTE, MG.

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Gestão de serviços de saúde

Temas Correlatos: Educação, formação e treinamento em saúde;

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AUTORIA

Raquel Ramos Schettino , Sumaya Giarola Cecilio , Valquiria Fernandes Marques , Gleisy Kelly Neves Gonçalves , Isabela Mie Takeshita , Juliana Alves Dos Reis

ABSTRACT
FATORES ENVOLVIDOS NA CONTAMINAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 EM BELO HORIZONTE, MG.

INTRODUÇÃO
No final do ano de 2019 o mundo foi acometido pelo surgimento de uma nova cepa de Coronavírus, sendo este o causador da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS-CoV-2). A nova cepa do vírus foi denominada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, sendo este identificado no ano em questão (PARAGUAI, 2020). Tal patologia se destaca pela rápida disseminação, o que levou a OMS declarar pandemia pelo novo Coronavírus em 11 de março de 2020 (BRASIL, 2020). O SARS-CoV-2 foi identificado em 31 de dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China (DYNAMED, 2020), na época profissionais locais da área de saúde alertaram para a elevação de casos de pneumonia desconhecida no mês em questão, sendo seu foco associado à exposição de animais vivos em um mercado da cidade (PARAGUAI, 2020).
Nas duas últimas décadas, o mundo passou por 2 tipos de coronavírus, o Coronavírus que causa a Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS-CoV) de gatos civeta e o Coronavírus causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV), transmitidos por camelos, o qual provocou grande surto da patologia e trouxe considerável reflexão sobre a saúde global (GUARNER, 2020; BRASIL, 2020). A família do Coronavírus é muito ampla podendo causar várias afecções no ser humano, desde o resfriado comum até quadros mais graves como os tipos de Coronavírus citados acima, o MERS-CoV e o SARS-CoV (PARAGUAI, 2020; BRASIL, 2020). O SARS-CoV-2 está intimamente relacionado a dois Coronavírus respiratórios graves do tipo Síndrome Respiratória Aguda do Morcego, o morcego-SL-CoVZC45 e o morcego-SL-CoVZXC21, sendo este animal considerado o reservatório da doença (LAI et al., 2020). O vírus recebeu o nome de SARS-CoV devido à apresentação sintomática dos pacientes febris, podendo apresentar também pneumonia e sintomas respiratórios mais baixos como tosse e dispneia (GUARNER, 2020; DYNAMED, 2020). Sendo assim, os cuidados de Enfermagem são fundamentais para uma boa recuperação e assistência individualizada do paciente, assim como seguir protocolos para diminuir infecção cruzada e auto transmissão. De acordo com o Centro de Pesquisa sobre Coronavírus do Johns Hopkins University & Medicine, em 23 de setembro foram registrados 614,464,893 casos confirmados e
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6,535,382 de óbitos no mundo. De acordo com o site do Ministério da Saúde o Brasil, contabiliza 34.624.628 milhões casos confirmados pelo vírus e 686.249 de óbitos até o momento. De acordo com o site do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), no tópico Observatório da Enfermagem, foram registrados 29.364 casos reportados de profissionais de enfermagem com um total de óbitos de 306 profissionais de todo o Brasil até 26 de julho de 2020 (COFEN, 2020).
Diante do momento histórico atual, no qual o mundo é acometido por um vírus que possui alta transmissibilidade, instiga o fato de conhecer e debater mais sobre o trabalho de profissionais de enfermagem que se encontram na linha de frente contra o Coronavírus, a importância do correto manejo de pacientes contaminados ou suspeitos de COVID-19 e a correta utilização dos EPI’s pelos profissionais.
Até o momento, não há tratamento antiviral específico para a COVID-19, entretanto os cuidados de suporte podem auxiliar na redução dos sintomas e a prevenção pelas vacinas para COVID-19 devem ser tomadas para evitar um retorno da pandemia (DYNAMED, 2020). Tendo em vista esse contexto, o objetivo deste trabalho foi identificar os fatores responsáveis pela contaminação dos profissionais de enfermagem pela COVID-19.
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REFERENCIAL TEÓRICO
1.1 Histórico de infecções por Coronavírus
Nas duas últimas décadas, o mundo presenciou o surgimento de dois tipos de Coronavírus, os quais provocaram grande mobilização do sistema da saúde. O primeiro relato foi o surgimento do Coronavírus que provoca a Síndrome Respiratória Aguda grave (SARS-CoV) que apresentou cerca de 10% de letalidade, sendo que, pacientes febris, ao apresentar tal síndrome podiam apresentar pneumonia e sintomas respiratórios inferiores como tosse e dispneia. O segundo relato foi o surgimento do Coronavírus que provoca a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV), com uma taxa de letalidade de 30% sendo sua sintomatologia inespecífica, apesar de muitos pacientes infectados apresentarem dispneia aguda grave (LANA et al., 2020; GUARNER, 2020).
A família dos Coronavírus é muito ampla, por isso pode causar várias afecções no ser humano, desde um resfriado comum até quadros mais graves, como os tipos de Coronavírus citados acima: o MERS-CoV e SARS-CoV (MINISTERIO DE SALUD PÚBLICA Y BIENESTAR SOCIAL, 2020). O SARS-CoV-2 é classificado como sendo do gênero Betacoronavírus, do mesmo subgênero da MERS-CoV, porém apresenta um subtipo diverso (BRASIL, 2020).
No final do ano de 2019, o mundo foi acometido pelo surgimento do terceiro tipo de Coronavírus, o SARS-CoV-2, uma nova cepa de Coronavírus que ainda não havia sido detectado em seres humanos. A nova cepa do vírus foi denominada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, sendo este identificado no final do ano de 2019 (PARAGUAI, 2020).
A transmissão do SARS-CoV-2 é ocasionada por contado com superfícies contaminadas ou pelo contado direto e indireto através de gotículas dispersadas durante a tosse ou espirro, de pessoas contaminadas ou suspeitas. Tendo em vista a rápida disseminação da patologia, bem como seu curso acelerado e a severidade dos casos confirmados, a OMS declarou estado de pandemia devido ao surgimento novo Coronavírus em 11 de março de 2020 (BRASIL, 2020).
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O quadro clínico de tal patologia apresenta picos de febre acima de 37.8, tosse seca e dispneia, nos casos mais graves, pneumonia (BRASIL, 2020). Entre pacientes que apresentam o quadro de pneumonia causada por SARS-CoV-2 (nova pneumonia por Coronavírus ou pneumonia de Wuhan), a febre é o sintoma mais comum, seguido de tosse.
O novo Coronavírus, denominado SARS-CoV-2, causador da doença respiratória aguda, foi identificado em 31 de dezembro de 2019 em Wuhan, na China (DYNAMED, 2020). Autoridades de saúde chinesas alertaram sobre um número considerável de 27 casos de pneumonia desconhecida com início de sintomas em 8 de dezembro de 2019, relatando 7 casos graves associados à exposição a um mercado o qual vendia mariscos, peixes e animais vivos na cidade em questão (MINISTERIO DE SALUD PÚBLICA Y BIENESTAR SOCIAL, 2020).
O SARS-CoV-2 está intimamente relacionado a dois Coronavírus respiratórios graves do tipo causador da síndrome respiratória aguda do morcego, o morcego-SL-CoVZC45 e o morcego-SL-CoVZXC21 (LAI et al., 2020), sendo os morcegos considerados o reservatório de uma ampla variedade de Coronavírus, incluindo um vírus semelhante ao Coronavírus SARS-CoV. O SARS-CoV-2 pode se originar de morcegos ou hospedeiros intermediários desconhecidos e atravessar a barreira da espécie para os seres humanos (GUO et al., 2020).
1.2 Características gerais do vírus
O SARS-CoV-2, nomeado COVID-19 pela OMS é produto de uma mutação sofrida pelo SARS-COV durante a epidemia ocorrida entre os anos de 2002/2004, para melhor se ligar ao seu receptor celular, otimizando assim a replicação viral em células humanas, elevando sua virulência. Tal adaptação ocorre prontamente, pois o Coronavírus tem polimerase de ácido ribonucleico (RNA) dependentes de RNA propensas a erros, tornando frequentes os eventos de mutação e recombinação do vírus (PERLMAN, 2020).
O Coronavírus é classificado como sendo um ?-coronavírus que contêm em seu material genético o RNA de sentido positivo não segmentados (o RNA genômico serve de RNA mensageiro e é traduzido pelos ribossomos da célula hospedeira), pertencentes à
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família Coronaviridae e à ordem Nidovirales, sendo amplamente distribuídos entre seres humanos e outros mamíferos (HUANG et al., 2020).
O Coronavírus foi assim nomeado por sua aparência de coroa solar devido a presença de picos na superfície de 9 a 12 nm de comprimento. O vírus possui forma redonda ou elíptica e frequentemente pleomórfica e um diâmetro de aproximadamente 60–140 nm. Existem quatro principais proteínas estruturais codificadas pelo genoma coronaviral no envelope, uma das quais é a proteína spike (S) que se liga ao receptor da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2) e medeia a fusão subsequente entre o envelope e as membranas celulares do hospedeiro, auxiliando a entrada viral na célula hospedeira e se disseminando principalmente pelo trato respiratório (ZU et al., 2020; GUO et al., 2020).
A análise filogenética revelou que o SARS-CoV-2 está intimamente relacionado (88 a 89% de similaridade) a dois coronavírus do tipo SARS derivados de morcego, ou seja, morcego-SL-CoVZC45 e morcego-SL-CoVZXC21, apresentando-se estar mais distante do SARS-CoV (similaridade de ~ 79%) e do coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) (~ 50% de similaridade) (LAI et al., 2020).
1.3 Transmissão
Os morcegos são considerados o reservatório de uma ampla variedade de coronavírus, incluindo vírus semelhantes ao Coronavírus SARS-CoV, podendo ser o SARS-CoV-2 originário de morcegos ou hospedeiros intermediários desconhecidos, o que culminou na quebra da barreira da espécie animal atingindo assim os seres humanos (GUO et al., 2020).
Tal como ocorre com diversos patógenos respiratórios, incluindo gripe e rinovírus, a transmissão do SARS-CoV-2 entre os seres humanos está diretamente relacionado ao contado com superfícies contaminadas ou pelo contado direto e indireto através de gotículas dispersadas durante a tosse ou espirro, de pessoas contaminadas ou suspeitas (BRASIL, 2020). A análise de dados relacionados à disseminação do SARS-CoV-2 evidencia a possibilidade da ocorrência de transmissão por múltiplos meios, sendo possível que haja a transmissão por meio de aerossol em caso de exposição a concentrações elevadas em ambientes fechados, bem como a transmissão viral presente em amostra de swab fecal e amostra hematológica (GUO et al., 2020).
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Acredita-se que o SARS-CoV-2 pode utilizar o receptor da ECA-2, encontrada no trato respiratório inferior de humanos, para infectar os seres humanos. Estudos evidenciam a presença abundante da proteína ECA-2 em células epiteliais alveolares do pulmão e enterócitos do intestino delgado (GUO et al., 2020).
O período médio de incubação de tal patologia permanece desconhecido até o momento, porém os intervalos relatados pela OMS são de dois a dez dias, com apresentações típicas, sendo o período de incubação de quatro a sete dias antes do início dos sintomas. Estudos com base em casos publicados sugerem que a transmissão se torna possível durante o período assintomático, o que pode apresentar desafios adicionais para o controle da situação de saúde (WAX; CHRISTIAN, 2020).
Segundo a nota técnica gvims/ggtes/anvisa nº 04/2020 há relatos de pessoas que podem transmitir o vírus mesmo apresentando sintomas, sintomas muito graves ou até mesmo pessoas assintomáticas (ANVISA, 2020).
1.4 Sintomatologia
O quadro clínico de tal patologia não se encontra completamente esclarecido, no entanto, os principais sinais e sintomas relatados por pacientes infectados são: dispneia (casos mais graves); dor de garganta; fadiga; mal-estar; mialgia; perda olfativa ou gustativa; picos de febre acima de 37.8oC; pneumonia (nova pneumonia por coronavírus ou pneumonia de Wuhan); sintomas gastrointestinais (raros); sintomas respiratórios do trato superior; tosse seca (BRASIL, 2020). Os sintomas mais comuns da infecção por COVID-19 incluem: febre, tosse, mialgia ou artralgia e fadiga. Os pacientes acometidos podem apresentar diarreia, náusea e êmese (casos raros) alguns dias antes da febre, sugerindo que a febre é dominante, mas não o principal sintoma da infecção. Um grupo relativamente pequeno de pacientes infectados podem apresentar cefaleia ou hemoptise e até mesmo seguir com um quadro assintomático (ZU et al., 2020). Os pacientes com infecção viral não complicada do trato respiratório superior podem apresentar sintomas inespecíficos como: febre, fadiga, tosse (com ou sem produção de escarro), anorexia, mal-estar, mialgia, dor de garganta, dispneia, congestão nasal ou dor de cabeça (BRASIL, 2020).
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Os idosos e indivíduos que apresentem distúrbios subjacentes (hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes, doença cardiovascular) têm maior probabilidade de apresentar insuficiência respiratória devido a dano alveolar grave. Em pacientes desse grupo, o início da patologia adquire rápida progressão devido à disfunção orgânica, os quais desenvolveram subitamente síndrome do desconforto respiratório agudo, choque séptico, acidose metabólica difícil de corrigir e alteração do processo de coagulação, levando a óbito (GUO et al., 2020; ZU et al., 2020).
Em gestantes os eventos adversos apresentados, tais como dispneia, febre e sintomas gastrointestinais ou fadiga podem se sobrepor aos sintomas da COVID-19 (BRASIL, 2020).
1.5 Cenário Chinês no combate ao COVID-19
Em época anterior ao momento de crise no setor, havia cerca de 300 médicos de unidade de terapia intensiva (UTI) e 1000 enfermeiros de UTI na cidade de Wuhan. Até o final do mês de janeiro, o setor contava com mais de 600 médicos e 1500 enfermeiros, os quais foram transferidos para Wuhan do resto da China. Além disso, mais 3.000 funcionários, incluindo doenças infecciosas, respiratórios, médicos de medicina interna e enfermeiros foram transferidos para Wuhan pelo governo (XIE et al., 2020).
Com base nos dados relatados pela Comissão Nacional de Saúde da China, houve cerca de 2000 novos casos confirmados e mais de 4000 casos suspeitos diariamente durante uma semana. Cerca de 15% dos pacientes desenvolveram pneumonia grave e cerca de 6% precisaram de suporte ventilatório não invasivo ou invasivo. Foi necessário criar 70 leitos de UTI a partir de leitos gerais e o governo transformou rapidamente três hospitais gerais em hospitais de cuidados intensivos, com um total de cerca de 2500 leitos especializados em pacientes com pneumonia grave por SARS-CoV-2, equipados com monitores, ventiladores não invasivos ou ventiladores invasivos (XIE et al., 2020).
1.6 Dificuldades enfrentadas pelo Brasil no combate ao COVID-19
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O grande desafio da pandemia causada pelo SARS-CoV-2 é proporcionar a proteção efetiva aos profissionais de saúde. Existem várias recomendações para o uso de EPI’S contra a exposição à SARS-CoV-2 por profissionais de saúde, as quais foram recentemente publicadas pela OMS e por Centros dos Estados Unidos da América (EUA) para Controle e Prevenção de Doenças. Para procedimentos de geração de aerossol, foram recomendados respiradores N-95, proteção para os olhos, aventais de isolamento e luvas. Macacão, botas com capa e cabelo não faziam parte das roupas de proteção recomendadas (FELDAM et al., 2020).
De acordo com o site Globo, 2020, em uma entrevista com uma enfermeira acerca da assistência a pacientes com COVID-19 ela diz:
''Eu vivo situações em que é impossível não abraçar o paciente com COVID-19. Eu sei que meu avental não é o adequado para aquilo, mas é impossível o profissional de enfermagem não ser humano, não segurar a mão, não acolher uma criança no colo, um idoso. O nosso contato com o paciente é muito íntimo'' (GLOBO, 2020).
Um grande problema observado foi a falta de profissionais treinados para tratar os pacientes gravemente enfermos. Isso inclui a colocação de EPI’s, falta de instrumentos e materiais descartáveis e falta de oxigênio suplementar. Muitos pacientes hipoxêmicos graves receberam apenas oxigênio nasal de alto fluxo ou ventilação mecânica não invasiva, sendo o mais ideal o uso de ventilação mecânica invasiva devido ao atraso da intubação ou falta de ventiladores mecânicos, especialmente na fase inicial. Os dados preliminares mostram que apenas 25% dos pacientes que morreram foram intubados e receberam ventilação mecânica (XIE et al., 2020).
No âmbito de processamento de dados, o compartilhamento e análise oportuna de dados epidemiológicos no Brasil ainda enfrentam desafios, dentre os principais dilemas é válido ressaltar a existência de uma infraestrutura heterogênea do sistema de vigilância em saúde, a precariedade do serviço em várias localidades e a inexistência de um sistema eficiente que promova a integração entre distintos sistemas de informação de saúde, fatos estes que tornam inviável o acompanhamento dos resultados de exames em tempo real, atrasando a detecção precoce do caso e contribuindo para que ocorram falhas no preenchimento das notificações, as quais muitas vezes permanecem em aberto, gerando incertezas para prosseguir com as análises (LANA et al., 2020).
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CONCLUSÃO
Por meio da revisão foi possível identificar que a falta de EPI`s, manuseio errôneo dos equipamentos de proteção, cansaço mental e físico, maior proximidade da equipe de enfermagem com o paciente levou a uma maior contaminação e óbitos desses profissionais. Há de se levar em conta também a má gestão das instituições em promover capacitações e Procedimentos Operacionais Padrões (POP’s) para casos de pandemia.

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