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Convibra Conference - QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO PRETO cv. IPR URUTAU EM FUNÇÃO DE DIFERENTES EMBALAGENS E PERÍODOS DE ARMAZENAMENTO
QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO PRETO cv. IPR URUTAU EM FUNÇÃO DE DIFERENTES EMBALAGENS E PERÍODOS DE ARMAZENAMENTO

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Agricultura

Temas Correlatos: Sustentabilidade ambiental;

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AUTORIA

Carlos Eduardo Serber , Gabriel Hiar Madalozzo , Osmar Paulo Beckert

ABSTRACT
O presente estudo objetivou avaliar a influência de diferentes embalagens na qualidade fisiológica de sementes de feijão-comum ao decorrer do armazenamento em câmara fria. O experimento foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), localizado no município de Ponta Grossa. A condução do estudo ocorreu a partir de um delineamento inteiramente aleatorizado, com adoção de um arranjo fatorial 4 x 2, sendo 4 períodos de armazenamento em câmara fria sem controle de umidade relativa do ar (0; 45; 90 e 135 dias) e 2 embalagens (polipropileno trançado e papel multifoliado). A determinação da qualidade fisiológica das sementes ocorreu com a avaliação de variáveis e parâmetros, sendo eles: teor de água das sementes, peso de mil sementes, germinação e vigor (primeira contagem de germinação, comprimento de plântulas, peso de matéria seca e envelhecimento acelerado). Durante o armazenamento, ambas as embalagens permeáveis permitiram com que as sementes armazenadas sofressem alterações significativas no teor de água, em função das oscilações de umidade relativa do ar da câmara fria. Após 135 dias de armazenamento em condições de câmara fria, as sementes presentes em ambas as embalagens apresentaram redução acentuada de vigor, atingindo valores inferiores a 65% para primeira contagem de germinação, e apresentaram uma redução de 18% no percentual de germinação. A utilização de embalagem de polipropileno trançado demonstrou uma maior capacidade de conservação do poder germinativo para as sementes de feijão armazenadas em câmara fria.

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