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Convibra Conference - ESCOLA NÃO-TODA: ESTILO QUE OPERA O ENCONTRO DO DESEJO DE ENSINAR E APRENDER
ESCOLA NÃO-TODA: ESTILO QUE OPERA O ENCONTRO DO DESEJO DE ENSINAR E APRENDER

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Mal-estar contemporâneo e impasses na educação

Temas Correlatos: Mal-estar contemporâneo e impasses na educação;

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AUTORIA

Áquila Thalita Sampaio Costa , Maria De Lourdes Soares Ornellas

ABSTRACT
A escola não-toda: estilo que opera o encontro do desejo de ensinar e aprender – tem como objetivo de estudo: analisar a possibilidade de uma escola não-toda que fomente o estilo do professor levando em conta o encontro com o desejo de ensinar e aprender. O estudo parte da escuta sobre uma questão que não perpassa à educação: consentir à falta. Ao realizar essa escuta, uma questão se revela: Em que estilo o professor-sujeito pode operar a escola não-toda que possibilite o espaço para o desejo de ensinar e aprender do aluno, e quais as implicações dos integrantes que compõem a escola para viabilizar tal proposta? Os objetivos da pesquisa foram trabalhados com a intenção de investigar a possibilidade de uma escola não-toda fomentar o estilo do professor-sujeito levando-se em conta o encontro e o desencontro com o desejo de ensinar e aprender na contemporaneidade, identificar a possibilidade da construção de uma escola não-toda, buscar o estilo do professor-sujeito que possa operar uma escola não-toda, e escutar os sujeitos da escola sobre o desejo de ensinar e aprender. O percurso metodológico está sob o viés do método clínico de análise, por se tratar de um estudo que trabalha a dimensão subjetiva e legitima o conceito psicanalítico de sujeito do inconsciente. Para delimitar a construção teórico-metodológica concernente a esta investigação, investiu-se na aproximação da psicanálise e da educação através da pesquisa de natureza qualitativa. Alguns significantes capturados no discurso desses participantes orientam o caminho singular para a assunção de um estilo que fomente a escola não-toda, destacando-se: interação, conflito, construção, atravessamentos, falta, invenção e ruptura que balizam neste escrito os achados da escola não-toda, a qual não comporta o que pode ser homogêneo e coletivo.  

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