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Convibra Conference - Contribuições da teoria psicanalítica para a atuação do psicólogo nas redes básicas de ensino
Contribuições da teoria psicanalítica para a atuação do psicólogo nas redes básicas de ensino

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Formação e trabalho de profissionais da infância

Temas Correlatos: Infância e políticas públicas;

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AUTORIA

Isabelle Emerick Da Rocha

ABSTRACT
O presente resumo refere-se a uma pesquisa que se iniciou recentemente e que investiga as contribuições da teoria psicanalítica à atuação profissional de psicólogos em ambientes escolares. Essa indagação surge a partir da lei nº 13.935/2019, que dispõe a respeito da obrigatoriedade da presença de profissionais da Psicologia e do Serviço Social nas redes públicas de ensino básico, visando à prestação de auxílio das políticas educacionais, responder às demandas que se encontram no ambiente escolar e cooperação no processo de ensino-aprendizagem para que esse seja com maior qualidade. Assim, a partir da elaboração de um manual pelo Conselho Federal de Psicologia e outras instituições, nota-se que este traz quinze formas de atuação da Psicologia na escola, entretanto, o manual traz poucas considerações acerca das relações entre estudantes e daquilo que foge das normas técnicas, visto que a formação não se dá somente na sala de aula com o professor, pois uma criança possui a capacidade de ensinar à outra (KUPFER, 2020). Desse modo, a escola não tem por finalidade somente lecionar, mas também participar da constituição do cidadão-sujeito, este que descobre formas de conviver no coletivo e que está entrelaçado com a subjetividade e com atos humanos (KUPFER, 2020), fazendo com que a escola precise trabalhar com o aluno que ainda se constitui enquanto sujeito e um cidadão que não exerce totalmente a sua cidadania (OLIVEIRA & BATISTA, 2020). Isso faz com que a prática psi precise se atentar para que não seja voltada a lidar exclusivamente com fracasso escolar e “aluno-problema”, mas considerar os riscos da patologização da infância e da educação, além do uso irresponsável do diagnóstico, na tentativa de não individualizar as questões que se colocam na escola, e sim considerando os fatores sociais e pedagógicos que a criança está inserida. 

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