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Convibra Conference - A LOGÍSTICA REVERSA DE PNEUS INSERVÍVEIS: UMA REVISÃO DE CONCEITOS E APLICAÇÕES
A LOGÍSTICA REVERSA DE PNEUS INSERVÍVEIS: UMA REVISÃO DE CONCEITOS E APLICAÇÕES

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Administração Ambiental

Temas Correlatos: Administração Ambiental;

Acessos neste artigo: 131


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AUTORIA

Rita De Cássia Oliveira , Matheus Barbosa Godinho , Rodrigo Moreira Lana Silva

ABSTRACT
Segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), no Brasil foram vendidas aproximadamente 52 milhões de novas unidades em 2020. Em relação à reciclagem, em 2017, foram coletados cerca de 90 milhões de unidades para a posterior reciclagem, sendo que foram produzidos 71 milhões de pneus, ou seja, a coleta de pneus inservíveis ultrapassou cerca de 20% o número de unidades novas produzidas.  De acordo com Rogers e Tibben-Lembker (1998), logística reversa é um  processo de movimentação dos produtos desde o seu destino final até seu ponto de origem, ou seja, um fluxo reverso de materiais com o propósito de gerar valor ou de dar uma disposição final adequada ao mesmo ou a seus componentes.
O presente artigo tem como objetivo descrever algumas soluções para reutilização dos pneus inservíveis, apresentando maneiras de como descartá-los de modo correto. A justificativa do estudo se faz pela necessidade de promover uma visão mais ecológica e sustentável para este tema, agregando valores ao conceito de logística reversa.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Myriam Angélica Dornelas 26-10-2021 18:56:00

Parabéns pelo artigo! Confesso que o que me chamou a atenção para lê-lo foi o termo ''inservíveis'' do título. Realmente, é fundamental que seja dado um destino adequado ao material com vistas a se evitar a poluição e também ter estes pneus não usados como foco para dengue, por exemplo. O artigo demonstrou que o custo elevado de algumas práticas para se dar alternativa pode ser um problema. Como os autores acham que a questão do custo pode ser resolvida?

Foto do Usuário Alexandre M G Almeida 28-10-2021 12:55:09

Tive o privilégio de trabalhar na ANIP como Coordenador Logístico durante algum tempo. Diante da experiência prática logística e análise ao artigo desenvolvido, a obra presta sua contribuição. Como crítica ao estudo, as práticas e formas de reciclagem de pneus inservíveis se estendem além das aplicações descritas. Como exemplo, aproveitamento de grânulos de borracha e variados tipos para outros insumos; e posicionamento e performance da entidade brasileira perante por exemplo as europeias. No geral, ótimo estudo aplicado, que seguramente pode ser ainda mais aprofundada.

Foto do Usuário Rafael Soares Salles 18-11-2021 12:31:32

Inicio parabenizando os autores pelo texto pela relevância do tema diante dos desafios que a conservação do meio ambiente impõe na atualidade; pela clareza do texto, que permite compreensão total dos conceitos apresentados; e pela organização estrutural das seções, as quais foram bem concatenadas e gradualmente permitindo ao leitor um avanço nas questões da logística reversa de pneus. Os dados sobre produção e coleta de pneus me chamaram atenção: ''Segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), no Brasil foram vendidas aproximadamente 52 milhões de novas unidades em 2020. Ainda segundo a ANIP, em 2017, foram coletados cerca de 90 milhões de unidades para a posterior reciclagem, sendo que foram produzidos 71 milhões de pneus, ou seja, a coleta de pneus inservíveis ultrapassou cerca de 20% o número de unidades novas produzidas.'' Sugiro, à titulo de cotejo de fontes a consulta ao Relatório de Pneumáticos do IBAMA. Segundo a publicação de 2021 a meta de destinação para 2019 foi de 601.996,27 toneladas, tendo recebido efetiva destinação 585.391,08 toneladas <http://www.ibama.gov.br/phocadownload/pneus/relatoriopneumaticos/2021-03-03-%20Ibama-Relatorio_Pneumaticos_2020_completo_com_capa___terceira_versao.pdf>. Uma pergunta que considero pertinente é quanto ao conceito de pneus inservíveis: os pneus passíveis de recauchutagem/reforma são considerados inservíveis?

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