artigos
Convibra Conference - Nível de conforto em pessoas com IAM: diferenças entre homens e mulheres
Nível de conforto em pessoas com IAM: diferenças entre homens e mulheres

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Saúde do Adulto e Idoso

Temas Correlatos: Saúde do Adulto e Idoso;

Acessos neste artigo: 104


Certificado de participação:
Certificado de Lívia Cunha Dos Santos Ferreira

COMPARTILHE ESTE TRABALHO

AUTORIA

Lívia Cunha Dos Santos Ferreira , Joselice Almeida Góis , Katia Santana Freitas

ABSTRACT
Este trabalho trata-se de um estudo transversal que está inserido no projeto de pesquisa “Produção do cuidado para promoção do conforto de pessoas com infarto do miocárdio”, cujo escopo é a validação e aplicação do GCQ- IAM para a avaliação do nível de conforto de pessoas com infarto agudo do miocárdio internados na unidade de terapia intensiva. O objetivo desta pesquisa é comparar o nível de conforto identificado pelo instrumento GCQ- IAM entre homens e mulheres com infarto do miocárdio. Para isso, a pesquisa trabalhou com dados anteriormente coletados no decorrer do projeto supramencionado que foram provenientes de entrevistas nas quais foram aplicados um questionário sociodemográfico, um clínico e o instrumento GCQ- IAM. Após a aplicação, os dados foram digitados e armazenados em um banco de dados, no programa estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 22.0, plataforma Windows. Para análise das variáveis categóricas foi utilizada a estatística descritiva, como frequências absoluta e relativa. Para as variáveis quantitativas foram calculadas as medidas descritivas de centralidade – a média, e de dispersão – o desvio-padrão. Utilizou-se o teste T- Student para comparar as diferenças de médias de homens com IAM hospitalizados e relacionou-se as variáveis de interesse. Preliminarmente, o teste de Levene foi usado para avaliar a homogeneidade das variâncias. Para todos os testes adotou-se o nível de significância estatística de 5%.  O estudo revelou uma predominância de pacientes do sexo masculino (62,3%), enquanto as mulheres, apesar de serem minoria (37,7%) tiveram maior expressividade de mais de um fator de risco associado do que os homens. Além disso, a faixa-etária média variou de 57 a 66 anos.  As mulheres apresentaram nível de conforto inferior aos homens, demonstrando que há diferentes implicações sobre o evento do infarto em homens e em mulheres e que isso se deve a questões biológicas e sociais. 

Para participar do debate deste artigo, .


COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Julieta Scheidt Carneiro 24-10-2021 19:43:16

É de extrema importância a habilidade do enfermeiro estar atento a esta alteração tão significativa para a população idosa e que traz prejuízos imensuráveis.

Estudo interessante considerando a relevância epidemiológica do IAM e de seu impacto na qualidade de vida dos paciente. Gostaria de mais informações sobre o instrumento GCQ- IAM. Questões, se há domínios, pontuação, como avaliar.

Foto do Usuário Beatriz Carvalho Dos Santos 31-10-2021 00:19:47

Belíssimo trabalho, uma vez que expõe a diferença existente entre homens e mulheres em relação aos fatores que podem resultar em IAM.

Foto do Usuário José David Suárez Plazas 31-10-2021 19:48:24

Interesante investigación, a lo largo de los años se ha evidenciado que los hombres son mas propensos a sufrir IAM por el estilo de vida que llevan por años.

Foto do Usuário Mylena De Souza Ribas 07-11-2021 18:02:03

Trabalho aborda um assunto relevante e muito atual. Demonstra a necessidade de intensificarmos a realização de promoção à saúde e mudanças de hábitos de vida da população, reduzindo assim a ocorrência do IAM.

Utilizamos cookies essenciais para o funcionamento do site de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.