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Convibra Conference - O CONHECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ANEMIA FALCIFORME SOBRE SEU AUTOCUIDADO.
O CONHECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ANEMIA FALCIFORME SOBRE SEU AUTOCUIDADO.

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Saúde da Criança e do Adolescente

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AUTORIA

Gabriella Silvestre Paiva

ABSTRACT
Introdução: A anemia falciforme (AF) é uma doença congênita que afeta significantemente uma parcela da população brasileira, exigindo a realização de cuidados fisiológicos por seus portadores para prevenir as sintomatologias e consequentemente as hospitalizações e até mesmo a morte. Com isso, profissionais da saúde devem estar bem preparados para garantir que os pacientes recebam as informações necessárias, assegurando o autocuidado desde o diagnóstico precoce, para que os portadores de AF estejam aptos a compreender suas reais condições e promover os devidos cuidados em prol da manutenção da própria saúde. Metodologia: Tratou-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa, realizado através de coleta de dados no Hospital da Criança de Brasília, com participantes de 6 a 17 anos de idade, diagnosticados com AF, baseado na dinâmica de criatividade e sensibilidade Corpo Saber, criada por Alvim e validada por Medeiros, onde os participantes identificaram de forma lúdica as maneiras de autocuidado exercidas. A análise dos dados teve por base a análise temática de Minayo. Resultados: Ao todo 20 crianças e adolescentes participaram do estudo. A partir das entrevistas foram detectadas três unidades temáticas: Promoção do Autocuidado; Autocuidado Medicamentoso; e Autocuidado para a prevenção e cuidado frente à crise de falcização. Discussão/Conclusão: O autocuidado é exigido a qualquer indivíduo à medida em que torna-se capaz, tendo em vista que a evolução da vida e o desenvolvimento psicossocial é algo inerente a todo ser humano, e não deve ser negligenciado. Porém para pessoas diagnosticadas com AF, as exigências tornam-se maiores, considerando que o risco de vida aumenta caso os devidos cuidados não sejam prestados. Desta forma, crianças em idade escolar e adolescentes, quando portadores de doença crônica como a anemia falciforme, devem ser orientados de maneira eficaz para conviver com sua condição, reduzindo os riscos relacionados.

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