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Convibra Conference - INFECÇÃO LATENTE POR TUBERCULOSE: MODOS COLETIVOS DE PENSAR E AGIR DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
INFECÇÃO LATENTE POR TUBERCULOSE: MODOS COLETIVOS DE PENSAR E AGIR DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Educação, formação e treinamento em saúde

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AUTORIA

Wildo Navegantes De Araújo , Josenaide Engracia Dos Santos , Melina Mafra Toledo

ABSTRACT
resumoA infecção latente por tuberculose (ILTB) ocorre após a transmissão da infecção, quando as
bactérias da tuberculose (TB) permanecem inativas em uma pessoa. Estima-se que quase um
quarto da população mundial tenha ILTB, mas são insipientes os estudos sobre a ILTB e o
tratamento na perspectiva dos profissionais. A pesquisa busca compreender as informações,
crenças, valores e atitudes que orientam o comportamento das pessoas na condução do
tratamento da ILTB com a Isoniazida 300mg, nova posologia disponibilizada aos serviços no
intuito de melhorar a adesão ao tratamento. Métodos: Pesquisa qualitativa por meio de
entrevista com 20 profissionais atuantes na atenção primária, especializada e gestão, com
referencial teórico das Representações Sociais. As entrevistasocorreram em grupos de acordo
com a especialidade e o Discurso de Sujeito Coletivo(DSC) foi utilizado como método de
análise. O DSC identificou alguns dos principais desafios no manejo da ILTB e prescrição da
Isoniazida 300mg na Atenção Primária: estar doente, mas não ser doente; preocupações
sobre manejo da ILTB como tratamento preventivo nas ruas; ausência do teste tuberculínico -
PPD; medo da prescrição da Isoniazida 300mg. Gestão: Instalar o sistema de vigilância ILTB;
infraestrutura e recursos humanos. Especializada: necessidades de atendimento empático aos
pacientes com ILTB; avaliação de contactantes. Considerações Finais. No DSC entre as
diferentes áreas de atuação dos profissionais há convergência quanto aos modos coletivos de
pensar a Isoniazida, como por exemplo, a dúvida na prescrição de Isoniazida 300mg para
ILTB para todos os contatos. No DSC o tratamento de ILTB para a população em geral pode
não ser viável, mas para indivíduos que convivemcom vírus HIV, os benefícios são
significativos. Este estudo pode colaborar para que profissionais da atenção básica,
especializada e gestores compreendam que na ILTB e a prescrição da Isoniazida há integração
de informações, crenças, valores e atitudes que orientam o comportamento na prática e a
partir desse olhar pensar em intervenções mais adequadas de gestão e de cuidados.

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