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Convibra Conference - PET SAÚDE INTERPROFISSIONALIDADE: EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O CONTROLE SOCIAL NO SUS
PET SAÚDE INTERPROFISSIONALIDADE: EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O CONTROLE SOCIAL NO SUS

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Participação Cívica em saúde

Acessos neste artigo: 25


Certificado de publicação:
Certificado de Monica Caixeta dos Santos

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AUTORIA

Lígia Maria Carlos Aguiar , Monica Caixeta Dos Santos

ABSTRACT
RESUMO
Objetivo: Relatar a vivência no âmbito do PET Saúde: Interprofissionalidade, refletindo sobre a colaboração das atividades educativas sobre o controle social no SUS para o aperfeiçoamento da participação comunitária na política de saúde pública. Método: trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, que visa refletir sobre a experiência de um programa de educação em saúde, na modalidade de sala de espera, e um programa de educação permanente. Resultados: reconhecendo as debilidades hodiernamente vivenciadas pelo controle social do SUS, foi pensada a iniciativa de educação em saúde e educação permanente acerca do tema através do Programa de Educação Para o Trabalho em Saúde- Interprofissionalidade (PET Saúde) em uma UBS do Distrito Federal. Chegou-se, coletivamente, à conclusão de que: a unidade não é o local adequado para as reclamações o acesso aos mecanismos de controle social não são burocráticos e pode ser feito via smartphone a participação de todos no controle social potencializa a resolutividade dos problemas a contribuição ativa da comunidade nos conselhos de saúde é mais eficiente do que apenas as reclamações, pois é a população que deve dizer a maneira mais realista de solucionar os problemas que apresenta. Os profissionais manifestaram que saberão direcionar seus pacientes ao fluxo correto de manifestação de suas queixas, buscando corrigir as falhas e fortalecer o sistema. Conclusão: O controle social do SUS não deve permanecer como uma ferramenta burocratizada, espaço de disputas estritamente institucionais e capituladas por figuras políticas para a satisfação das políticas neoliberais do Estado burguês, mas deve voltar a ser espaço de atuação da comunidade vulnerável, das minorias sociais e de todos aqueles e aquelas que vislumbram a concepção de um Estado igualitário e manutenção da saúde pública universal.
Palavras-chave: sistema único de saúde; controle social; atenção primária à saúde; educação em saúde; educação interprofissional.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Solange Augusta De Abreu Ribeiro 09-02-2021 12:50:35

Excelente tema a participação social. Responsabilidade do SUS cabe a todos nós brasileiros e temos na constituição a garantia da participação. Muito bem explorado no trabalho. A Educação Permanente no controle social é de suma importância e o uso das tecnologias favorece, o que ficou claro no relato de experiencia. Excelente trabalho e certamente tem muito a contribuir.

Foto do Usuário Luís Felipe Ferro 09-02-2021 12:50:35

Sugiro realizar revisão gramatical, pois existem algumas palavras e gerúndios repetidos em determinadas frases. Os autores relatam a possibilidade de exercício do controle social por meio de smartphones. Aqui nos perguntamos qual a concepção de controle social? É o acesso à ouvidoria? A possibilidade de encaminhamento de denúncias à órgãos fiscalizadores e de controle (tal qual as ouvidorias, Ministério Público, Tribunais de Conta, etc)? Durante o texto, o controle social é apresentado conforme a lei 8.142/90, a qual apresenta como suas instâncias de exercício os conselhos e conferências. Neste sentido, como participar pelo smartphone? Qual a participação real do usuário ou profissional do SUS, foco do artigo, no controle social? O controle social fica restrito ao encaminhamento de denúncias ou é um processo compartilhado e corresponsável de construção do SUS, que envolve o segmento de usuários/trabalhadores/gestores? Como participar ativamente das conferências? Como participar ativamente dos conselhos e organizar e sistematizar tanto cobranças de inserção de pautas na LDO, LOA, PPA, como possibilidades de construção real compartilhada? O artigo, ainda, apresenta que o controle social não tem viés burocrático. Neste sentido, o trabalho precisa definir como conceitua o controle social e se sua complexidade, com todas suas relações de poder, burocracias, manobras de segmentos mais fortalecidos para passar determinadas pautas, em detrimento de outras, está abarcada. Embora tenha contribuição para o campo, tais questão são fundamentais para o aprofundamento do tema.

Foto do Usuário Luiz Eduardo Oliveira Matos 09-02-2021 12:50:35

Ótimo trabalho, e extremamente válida e objetiva a contribuição do tema e do artigo para o Sistema Único de Saúde. A Integração Ensino-Serviço-Comunidade se mostra mais uma vez muito importante para a formação em saúde. Particularmente, acredito que em diversos pontos houveram algumas lacunas não preenchidas devido à complexidade sobre o exercício e sobre o próprio controle social. Um outro ponto importante, é quando vocês trazem a visão de que “O controle social do SUS não deve permanecer como uma ferramenta burocratizada”. Parabéns pelo trabalho!

Foto do Usuário Lívia Souza 09-02-2021 12:50:35

Parabéns aos autores, escrita bem dinâmica e facilitada além de contribuir imensamente com a informação para o público alvo.

Foto do Usuário Cássio Murilo Alves Costa 09-02-2021 12:50:35

O artigo é relevante, faz uma análise histórica conceitual com propriedade, apresenta uma experiência simples, que mostra resultados e que pode ser adotada em qualquer instância da saúde.

Foto do Usuário Lucicleia Barreto Queiroz 09-02-2021 12:50:35

O artigo apresenta contribuição para o tema proposto.

Foto do Usuário Eloisa Lopes Soares Lima 09-02-2021 12:50:35

O resultado e os propósitos achei que poderiam ser mais claros.