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Convibra Conference - Pesquisas Eleitorais e Redes Sociais: Um estudo da Disputa Presidencial Brasileira de 2018
Pesquisas Eleitorais e Redes Sociais: Um estudo da Disputa Presidencial Brasileira de 2018

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Administração Pública

Acessos neste artigo: 70


Certificado de publicação:
Certificado de Júlia Rodrigues de Lemos

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AUTORIA

Marina Dias De Faria , Júlia Rodrigues De Lemos , José Geraldo Pereira Barbosa

ABSTRACT
O objetivo deste estudo é analisar a relação entre o desempenho dos candidatos na eleição presidencial brasileira de 2018 nas redes sociais e o resultado das pesquisas de intenção de voto. Uma análise estatística foi realizada através do cálculo de médias, coeficientes de correlação e regressão linear simples. Os dados indicam que a métrica seguidores possui forte correlação com os resultados das pesquisas de intenção. Verificou-se também que embora os números das métricas seguidores e engajamento do candidato Bolsonaro fossem os maiores na véspera da eleição, os números destas métricas do candidato Haddad cresceram de forma bem mais acentuada do que as do candidato eleito no período pós primeiro turno. Os resultados confirmam os resultados da literatura revisada de que o candidato eleito é o que possui o melhor desempenho nas redes sociais e sugerem que é possível converter seguidores das redes em eleitores, em especial por meio de maior engajamento com os mesmos nas redes sociais.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Adrielly Ferreira Morais 09-02-2021 09:50:35

O artigo oferece uma revisão histórica e cronológica da evolução do uso da internet como ferramenta nas eleições, essa abordagem não se atém apenas ao Brasil, o que permite ao leitor o entendimento completo do assunto mesmo que tenha consumido pouco ou nada sobre o tema abordado. Apesar de não ser o objetivo do trabalho identificar a influência de perfis falsos, as métricas revelam que estes tem impacto através da importância dada ao número de seguidores que um candidato possui. Porém, para solucionar as contradições encontradas entre os autores citados e alguns resultados, não haveria uma métrica de popularidade de redes sociais no Brasil? por exemplo, que justificasse o fato da candidata Marina Silva ser a mais seguida no Twitter e não ter conseguido uma votação relevante?

Parabéns pelo trabalho! Tema muito relevante e bastante atual. Como sugestão, indico apresentar a questão das Think Tanks, que têm tudo a ver com o tema. Sobre as fake news, abordadas pelos autores no artigo, qual a estratégia os autores acreditam que podem ser tomadas para evitar sua propagação? Um exemplo recente foi um aplicativo de comunicação restringir o envio de mensagens a apenas um destinatário como forma de minimizar a divulgação dessas mensagens.

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