Análise Dos Impactos Socioeconômicos Do Programa Nacional De Crédito Fundiário Na Associação São José Das Quebradas III, Salgado/se

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Agricultura

Temas Correlatos: Desenvolvimento rural;

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AUTORIA

Larissa De Souza Gois , Laisa De Souza Gois , Wadson De Menezes Santos , Tiago S. Vieira , Pedro Roberto Almeida Viegas

ABSTRACT
O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNFC) é composto por linhas de crédito fundiário que tem como objetivo o financiamento de terra para agricultores com pouca ou nenhuma terra, sendo uma alternativa para reduzir os problemas decorrentes da concentração de terra. Este trabalho teve como objetivo fazer um diagnóstico socioeconômico dos beneficiários do PNCF da Associação São José das Quebradas III, no município de Salgado-SE. Foram realizadas entrevistas e aplicação de questionários em 9 das 25 famílias associadas beneficiadas pelo PNCF – Social. As titulares dos lotes em sua maioria são homens, que não possuem o ensino fundamental completo, 45% das famílias são compostas por quatro integrantes. A associação possui 16 anos de fundação e os lotes já foram quitados com relação ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) 33% dos entrevistados são inadimplentes. O PNCF linha de crédito social trouxe benefícios para as famílias beneficiadas tais como moradia, direito a terra como fonte de trabalho e renda, e melhoria na qualidade de vida no campo, além disso a associação trouxe o acesso das famílias ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e PRONAF.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Andre Luiz Teles Aguiar 16-04-2021 16:59:22

Pesquisa muito boa, parabéns! Esse programa é muito importante para as pessoas do campo, e há uma real necessidade de mais estudos sobre essas experiências, até mesmo para que haja uma ampliação desse programa nas mais diversas esferas de atuação (social, econômico, fiscal, ambiental, etc.). No período em que os beneficiários acessaram o programa havia incentivos ao associativismo (através da criação de associações), ao protagonismo feminino e de jovens (onde mais crédito seriam disponibilizado para estes grupos). Assim, gostaria de saber se houve algum questionamento ou percepção dos autores sobre: como se deu a formação desse grupo? Haja visto que a maioria dos beneficiários são compostos por homens. Não ficou bem claro se as idades deles chegam a se enquadrar como jovens (no período em que acessaram o Programa).