A MÚSICA COMO MÉTODO PARA A EDUCAÇÃO INTERPROFISSIONAL EM SAÚDE: PARODIANDO AS COMPETÊNCIAS COLABORATIVAS NA SAÚDE DO(A) TRABALHADOR(A)

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Educação Física, Nutrição, Fisioterapia e áreas afins na Gestão, Educação e Promoção da Saúde

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AUTORIA

Sara Cristina De Medeiros Dantas , Isabelly Cristina Soares De Oliveira , Cynthia Lorena Teixeira De Araújo Lima , Claudiana Da Silva , Thierre Amilton Almeida Silva , Dimitri Taurino Guedes

ABSTRACT

                      

Para participar do debate desse artigo, .


Comentários
Foto do Usuário Dierlen Ferreira De Souza 09-02-2021 12:50:35

O objetivo não está claro o que almeja realizar O texto não possui uma apresentação do tema e sua justificativa de relevância sobre o tema discutido.

O presente trabalho apresenta uma proposta que busca a sensibilização da EIP tanto na fase de elaboração da paródia que foi realizada por meio do trabalho em equipe e da prática colaborativa, como por meio do seu conteúdo que poderá auxiliar os profissionais de saúde na sensibilização de uma atuação mais interprofissional focando nas competências colaborativas no trabalho em saúde com uma abordagem interprofissional e interdisciplinar.

Foto do Usuário Weybkenedy José Oliveira Santos 09-02-2021 12:50:35

Não poderia deixar de parabenizar tamanha criatividade. A educação interprofissional é um tema importante de ser discutido tendo em vista sua relevância para o comportamento profissional no ambiente de trabalho. Sugeria aos autores incluir no artigo falas dos próprios profissionais daquele ambiente relatando qual foi a influencia da parodia no dia a dia do trabalho. Parabéns pelo artigo!

Foto do Usuário Flavia Soares Batista 09-02-2021 12:50:35

trabalho lindo, forma lúdica de trabalhar educação em saudê. parabéns

Foto do Usuário Renata Dos Anjos Pinheiro 09-02-2021 12:50:35

Sempre a Arte exercendo seu papel belíssimo na construções de outras leituras sobre nossos espaços de existência. Muito bom atrelar uma temática, relacionando-o com um contexto atual tão difícil, que nos exige enfrentamentos e resistências cotidianas. A proposta é ousada, mas sugiro pensar uma revisão com a presença dos posicionamento dos profissionais que partilharam tal experiências. Isso apresenta maior vivacidade às experiências materializadas na escrita.