A percepção do planejamento da sucessão para as empresas familiares

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Tema: Empreendedorismo e inovação

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AUTORIA

Cristiane Gomes Soares , Alexia Silva Zeferino , José Abel De Andrade Baptista

ABSTRACT
Esta pesquisa tem por objetivo apresentar ao leitor um estudo acerca da percepção que as empresas familiares possuem do planejamento do processo de sucessão, tal estudo foi realizado por meio de pesquisas bibliográfica e quantitativa descritiva. Todo negócio familiar necessita pensar no futuro em longo prazo, tornando o planejamento da sucessão indispensável, grande parte das empresas familiares brasileiras não sobrevivem a segunda geração, sendo que menos da metade não desenvolvem nenhum planejamento sucessório, as empresas familiares pesquisadas desejam realizar a sucessão, mas a percepção delas sobre o planejamento está apenas na experiência ou treinamento do sucessor para assumir o posto do sucedido, o planejamento da sucessão exige outras etapas para que seja viável a sua aplicação e posteriormente  implementado. Evidenciou-se com a análise dos dados que as empresas familiares, apesar da familiaridade com o termo sucessão, enxergam o planejamento de modo amador e suscetível a erros, apresentando baixo conhecimento sobre o tema, logo, concluímos que tais empresas não estão aptas a realizar um processo sucessório.

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COMENTÁRIOS

Sugere-se ampliar escopo da metodologia, apresentando maiores detalhes quanto a estrutura da pesquisa.

Foto do Usuário Vanessa Emanuela Marques De Paula 09-02-2021 12:50:35

O tema é atual e relevante. Há no texto excesso de vírgulas, o que dificulta a leitura. A metodologia é adequada. O texto poderia ser um pouco mais aprofundado.

Foto do Usuário Lucas Silva De Amorim 09-02-2021 12:50:35

Tema atual e relevante. Muito bem embasado, metodologia bem detalhada, desenvolvimento da pesquisa bem estruturado. Sugiro aumentar o tamanho da amostra e a partir disto, refazer a análise dos dados em estudos futuros.

Foto do Usuário Ana Claudia Da Rosa 09-02-2021 12:50:35

O artigo é simples, mas traz de forma clara suas contribuições e análises, sendo adequado para publicação no evento

Foto do Usuário Pelayo Munhoz Olea 09-02-2021 12:50:35

O artigo com título A PERCEPÇÃO DO PLANEJAMENTO DA SUCESSÃO PARA AS EMPRESAS FAMILIARES, teve por objetivo apresentar um estudo acerca da percepção que as empresas familiares possuem do planejamento do processo de sucessão. O tema proposto é relevante para a área de estudo e para a sociedade, como pode ser comprovado pela referência de que 90% das empresas brasileiras são familiares. A pesquisa se desenvolveu em duas etapas, a primeira por meio de pesquisa bibliográfica e a segunda quantitativa, descritiva, por meio de levantamento do tipo survey. Foi aplicado um questionário eletrônico com 9 empresas, todas localizadas na região metropolitana de São Paulo. Como resultados, a maioria dos entrevistados afirma a pretensão de realizar uma sucessão, a necessidade de que o sucessor seja preparado não é reconhecida por acreditarem que o melhor modo é que ele aprenda de forma empírica conforme observa no dia a dia. Pertencer à família foi demostrado como critério de maior relevância na escolha do sucessor e que ele deve ter experiência anterior o negócio da família. O tempo considerado ideal foi de 5 a 10 anos e mais da metade dos entrevistados acreditam que o momento ideal para iniciar planejamento de sucessão será quando o fundador já não estará apto para o trabalho. Os problemas observados foram principalmente a dificuldade de comunicação e falta de comprometimento dos familiares com o negócio. Se recomenda que os autores troquem a terminologia de tabelas para quadros ou figuras, visto que a normalização tabular do IBGE recomenda denominar tabela somente quando houver a predominância de elementos numéricos.

Foto do Usuário Darlane Amorim Vieira 09-02-2021 12:50:35

O tema é bastante interessante, visto que o empreendedorismo foi impulsionado no Brasil a partir da década de 90. No entanto, alguns aspectos do texto precisam ser revistos: a ordem do referencial teórico poderia ser alterada. Seria interessante discorrer primeiramente as mudanças econômicas na década de 90 e em seguida os aspectos do empreendedorismo. Outro ponto: foi citado na introdução o comportamento dos jovens empreendedores, mas no decorrer do trabalho não houve a abordagem dessa categoria. Quanto à formatação do trabalho, ele apresenta características que não condizem com um trabalho científico: relacionou características do empreendedor sem uma referência científica; excesso de citações diretas, uso excessivo do apud, generalizações das falas, uso de referências não científicas, além disso, há trechos desconexos, sem coesão e erros de concordância.