MORTALIDADE INFANTO JUVENIL POR LEUCEMIA LINFÓIDE E MIELÓIDE NO ESTADO DO CEARÁ

Temas: Indicadores Sociais de saúde


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Certificado de ROSANA SOLON TAJRA

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AUTORIA

Rosana Solon Tajra , Francisco Douglas Canafístula De Souza , Aline Sousa Pereira , Larisse Nascimento Moreira , Emanuel Pineheiro De Lima , Roany Mendes Nascimento , Francisca Juliana Rocha Torres , Amanda Oliveira Auzier , Maria Lohanny Silva Fernandes , Milena

ABSTRACT
INTRODUÇÃO: Dentre as neoplasias que mais acarreta a morte, destaca-se a leucemia que afeta principalmente o público infanto-juvenil. No Brasil, tal enfermidade é a segunda maior causa de
morte infantil e juvenil. De acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), nos anos de 2000 a 2012 foram registrados 2.080 óbitos por neoplasias no estado do Ceará, sendo cerca de 29,5 % por leucemia. No entanto, verifica-se que existem poucos trabalhos e estudos com foco na epidemiologia da leucemia, gerando um maior desconhecimento por partes dos profissionais de saúde, tornando os planejamentos e ações fragilizadas. Desta forma, justifica-se o presente trabalho como forma de aumentar o acervo de informações sobre a temática. OBJETIVO: Investigar o número de mortes por Leucemia Linfóide (LL) e Mielóide (LM) no público infanto-juvenil do
estado do Ceará. METODOLOGIA: Este estudo consiste em uma revisão bibliográfica realizada entre os  meses de abril e junho de 2020, nas bases de dados Literatura Latino-americana e do Caribe em
Ciências da Saúde (LILACS), Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica (MEDLINE), Instituto Nacional do Câncer (INCA) e na plataforma Google Acadêmico, com arquivos entre 2014 e 2018. Inicialmente encontrou-se 42 documentos no banco de dados da Portal ,Regional BVS sendo que ao usar-se critérios de inclusão e exclusão, restaram sete documentos para análise. CONCLUSÃO: A partir do estudo, observou-se que especificamente no estado do
Ceará foram totalizados 152 óbitos por LL e LM nos anos de 2014 a 2018, notando-se a crescente incidência da leucemia no Brasil e no Ceará. Registra-se, assim,  um alerta de que são necessários mais estudos sobre a área para um melhor delineamento dos tratamentos, a fim de proporcionar melhorias com relação ao prognóstico e a sobrevida desses indivíduos.

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Comentários
Foto do Usuário Maria Carolina Costa Rezende 09-02-2021 12:50:35

O artigo não apresenta resumo e os gráficos não estão disponíveis o que dificultou a leitura dos resultados.

Foto do Usuário Luan Dos Santos Fonseca 09-02-2021 12:50:35

O trabalho apresenta alguns desvios das normas da ABNT, tanto nas referências quanto nas citações. Todos os gráficos não estão disponíveis para visualização. Após utilizar uma sigla, deve-se sempre utilizar a sigla a partir de então. Afinal, qual a forma correta de escrever a palavra "infantojuvenil"? Os autores utilizarem três formas de escritas para a mesma palavra, cuidado com os desvios gramaticais. Seria muito bom utilizar fluxograma para demonstrar a busca e os resultados encontrados na pesquisa bibliográfica.