PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH: UMA VISÃO DOS FUTUROS ENGENHEIROS DE PRODUÇÃO

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Tema: Gestão estratégica

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AUTORIA

Virginia Do Socorro Motta Aguiar , Mônica Gutierrez

ABSTRACT
No cenário atual da era da informação, fica evidente, pelos veículos de comunicação, que a geração de jovens que está iniciando a carreira profissional possui crescente desejo em ser valorizado e respeitado em uma Organização. De acordo com esta perspectiva, o presente artigo tem como objetivo identificar e descrever as expectativas dos alunos de Engenharia de Produção de uma Universidade Particular do Estado de São Paulo frente a esse cenário, confrontando com a realidade vivida por seus colegas de Curso já inseridos no mercado de trabalho. Por meio de pesquisa de campo quantitativa, estruturada a partir de um questionário utilizando-se uma escala do tipo Likert de cinco graduações, extraiu-se o perfil dos alunos da 5ª a 10ª etapa, das empresas que atuam ou desejam atuar, quanto às práticas de Planejamento Estratégico e Planejamento Estratégico de Recursos Humanos a fim de avaliar se a Organização faz da área de Recursos Humanos um parceiro estratégico. Por meio das análises dos resultados obtidos, concluiu-se que a expectativa de grande parte dos alunos de Engenharia de Produção não ingressados no mercado de trabalho é superior à percepção de discentes que estagiam atualmente, porém não houve grandes desproporções entre o esperado e o vivenciado. Melhorias foram propostas no âmbito acadêmico e nas Organizações, sendo a primeira dispor de processos mais dinâmicos e práticos aos alunos e, a segunda tornar o RH um aliado em seu processo estratégico.

Palavras-chave: Planejamento Estratégico; Planejamento Estratégico de Recursos Humanos; Expectativa versus Percepção.

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COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Leonor Farias Abreu 09-02-2021 12:50:35

A temática é muito interessante. Parabéns às autoras pela proposta e apresentação para o evento. Como contribuição, observamos que o problema de pesquisa poderia deixar um pouco mais claro que se trata de expectativa e percepção de estagiários e não-estagiários. Com isso, poderia a fundamentação teórica contextualizar um pouco sobre políticas de Estágio (ou mesmo com a própria Lei de Estágio). Poderia também se pensar em deixar mais explícito quais os segmentos econômicos das organizações analisadas; quais as áreas de estágio foram analisadas dentro das organizações. Na metodologia, poderia ficar mais explícito a base de fundamentação para justificar o estudo descritivo com método quantitativo citado. Além de fundamentar a utilização da escala Likert.

Sugestão: Maior ênfase ao RH estratégico quanto a necessidade de estar atento as exigências mercadológicas e o encaminhamento dos discentes de engenharia da produção para o mercado de trabalho. Pergunta: Quais indicadores auxiliariam o RH para se posicionar de forma mais relevante?